Uma sombra acompanhava o Black Sabbath?
O Black Sabbath é reconhecido como o pai do heavy metal, mas poucos sabem que a banda acreditava não estar sozinha. Além de Tony Iommi, Geezer Butler, Ozzy Osbourne e Bill Ward, havia algo a mais…
Um “quinto membro” — invisível, misterioso, e possivelmente sobrenatural.
Essa presença não apenas inspirava suas músicas… mas também assustava os próprios integrantes.
Quando o som sombrio virou realidade
Tudo começou no fim dos anos 60, em Birmingham. O Sabbath surgia com uma sonoridade pesada, letras sobre ocultismo e o tipo de aura que fazia pais arrancarem discos das mãos dos filhos.
Mas o que rolava nos bastidores era ainda mais sombrio.
Tony Iommi disse, em diversas entrevistas, que todos na banda sentiam que havia algo guiando suas composições.
“Sempre dissemos que havia um quinto membro. Um tipo de força olhando por nós.”
E isso ficou claro desde o início: músicas como Black Sabbath e Wicked World pareciam “prontas” antes mesmo de serem escritas.

Geezer, o livro do diabo e o vulto na madrugada
O baixista Geezer Butler mergulhou de cabeça no ocultismo: pintou seu apartamento de preto, colocou cruzes invertidas e imagens demoníacas.
Para completar a decoração, Ozzy presenteou o amigo com um livro ocultista em latim.
Após uma leitura noturna, Geezer acordou assustado com um vulto negro parado diante da cama. A figura sumiu… e o livro também.
Esse episódio inspirou a primeira música da banda — Black Sabbath — e marcou o início do que muitos consideram uma série de eventos paranormais ligados ao grupo.



